Eu ficava com o violão na porta do meu edifício, todos os dias tentando fazer as notas, até elas se formarem. Nunca mais deixei de amar aquilo. Tocava sempre, de manhã, de tarde, à noite. Ia para o campo bater uma bola gostava de jogar bola , voltava, tomava banho e pegava o violão. Ele me acompanha até hoje, aos cinqüenta anos. Eu não sabia ainda como escrever, como escrevo hoje, mas queria fazer a minha música, algo novo, nosso, daqui.